quarta-feira, 17 de abril de 2019

MADEM-G15 INDICA O CAMARADA BRAIMA CAMARÁ AO POSTO DO 2º VICE-PRESIDENTE DA ANP


De acordo com o Regimento da ANP, o cargo do 2º Vice-Presidente da ANP, pertence ao MADEM-G15, na sua qualidade de segundo partido mais votado nas legislativas de 10 de Março.

Contudo, MADEM-G15 espera-se que se respeite as Leis da República. No caso, o Nº2 do Artigo 27º, do Regimento da ANP.
BRAIMA CAMARÁ "BÁ DI POVO", LIDER E COORDENADOR DO MADEM-G15 É UMA PERSONALIDADE TRANQUILA E SERENA, MAS COMBATIVO, SÉRIO, HONESTO E COM MÃOS LIMPAS. 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas sentadas e interiores

terça-feira, 9 de abril de 2019

GUINÉ BISSAU PRENÚNCIO DE CABALA


NÃO É NADA DIGNIFICANTE QUANDO UM PRIMEIRO MINISTRO USURPA AS FUNÇÕES DO MINISTRO DA ECONOMIA E FINANÇAS.

O MAIS GRAVE AINDA, É QUANDO ALGUÉM PROMETE, DIZENDO QUE DENTRO DE 30 DIAS, APÓS A POSSE DO GOVERNO VAI PROPÔR NOME PARA NOMEAÇÃO DO MINISTRO DA ECONOMIA E FINANÇAS.

POR CÚMULO PASSARAM JÁ QUASE 12 MESES SEM QUE O PAÍS TENHA O SEU MINISTRO DA ECONOMIA E FINANÇAS, PERMITINDO AO FAMIGERADO PRIMEIRO-MINISTRO FAZER E DESFAZER DO ERÁRIO PÚBLICO, NA BASE DE ABUSO DE CONFIANÇA E ATÉ ABUSO DE PODER…

Cabala Politica versus trama, intriga secreta, conspiração e forma desleal de incriminar e denegrir a imagem de alguém. Eles tentam a todo custo minar o bom nome conquistado ao longo de décadas pelo Embaixador Nicolau dos Santos, tido por muitos como uma personalidade politica brando e moderado naquilo que faz ou nas suas actuações.

Nicolau Santos é uma figura e personalidade forte e sereno, pelo que tem granjeado apoios de diferentes quadrantes ou seja de países e de organizações.

Ele é um politico muito apreciado, pela sua maneira de ser e de estar na cena politica.. Tem sido muito reconciliador e facilita plataforma de entendimentos e de busca de consensos e de entendimentos.

Ora, quando se lida com gentes que não respeitam nem a si próprios é complicado

Quais os objectos ou móbil  da trama ou intriga secreta contra este antigo Embaixador e Ministro da Agricultura?

O que está atrás do espectáculo ou encenação de arroz apreendidos nas instalações alugadas ou gentilmente cedidas para se aguardar a devida distribuição na presença do Primeiro Ministro?

É certo que o arroz em causa seria distribuído gratuitamente pelas entidades competentes. Teria havido desvio de procedimentos? É legitimo falar-se de descaminho?

Descaminho é termo aduaneiro, significando a importação ou exportação de mercadoria permitida em lei, porém com fraude no pagamento de impostos e taxas devidos, em relação à operação efectuada.

Tem muita coisa mal contada nesta estórias de arroz, hipoteticamente dados como desviados.

Será que estamos perante desvios ou avanço de procedimentos, para colocar arroz em certas localidades para em momento certo serem distribuídos?.

Quais os custos de armazenagem em Bissau e no interior?

Quanto custaria armazenar ou estocar arroz em Bissau?

Estamos perante birra ou mal-estar de alguém que se sentiu ultrapassado nas ordens de colocar arroz no interior e nas zonas elegidas?

A quem interessa fazer o aproveitamento politico ou tirar dividendos da intervenção das entidades judiciais neste processo?

A estas e mais questões vamos dar respostas e devidos esclarecimentos ou outro lado ou outras versões que justificaram todo este imbróglio ou alvoroço em torno da questão.

Será legítimo a intervenção da entidade judicial, sim, é legítimo.

Será legitimo a envolvência dos órgãos nacionais de comunicação ou das Redes Sociais? Não. Não é legitimo e nem justo a mediatização de um assunto sob a investigação judicial.

O porquê da imediata e pronta intervenção em nota do Primeiro-Ministro a encorajar os trabalhos da Policia, quando devia aguardar a conclusão e remessa dos autos as instancias judiciais?

Quando vamos conhecer a prestação das contas dos dinheiros ou receitas da campanha de castanha de caju do ano passado, 2018?

Quem vai investigar o paradeiro dos 6 Bilhões de Francos CFA receitas de Madeira, que se presume ter evaporado dos Cofres do Tesouro Público?

A este propósito uma grande interrogação: Estamos perante desvios ou descentralização na estocagem do arroz ofertado? Quem são os beneficiários?

Qual o Plano de Distribuição?

Voltamos nas próximas horas com mais elementos sobre o polémico assunto mediatizado do arroz alegadamente desviado.



sexta-feira, 5 de abril de 2019

MADEM G15: REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA

O Movimento para Alternância Democrática, Grupo dos 15, MADEM G15, reuniu na sua sede, no dia 03 de Abril de 2019, a 5ª reunião Extraordinária da Comissão Política Nacional.




Na ocasião, as primeiras palavras do Líder e Coordenador Nacional, Braima Camará, foram de pedido de desculpas em relação ao adiamento da reunião que havia sido convocada para o dia anterior. 

                                                                   
Esta reunião da Comissão Politica Nacional foi antecedida da reunião da Comissão Permanente do MADEM-G15, daí o atraso verificado na realização da reunião.

Seguidamente e após a confirmação da presença de 112 elementos dentre 155 membros convocados o Secretário Nacional, Abel Gomes da Silva procedeu a apresentação da Ordem do Dia da reunião:
1. Discurso do Coordenador Nacional;
2. Apresentação, análise e adopção dos seguintes pontos:
    a) Estrutura orgânica do Secretariado Nacional;
    b) Eleição dos membros do Secretariado Nacional
Observados os procedimentos preliminares foi aprovada a proposta da constituição do Secretariado da Reunião, tendo sido eleitos os senhores Florentino Fernando Dias, Hugo Nosoline Vieira, Fátima Vieira, Conceição ÉVORA e Lúcio Balencante Rodrigues.

Posteriormente, o Líder e Coordenador do MADEM-G15 proferiu seu Discurso em crioulo e de improviso, demonstrando habilidades e experiencias de quem sabe e domina suas responsabilidades; Exaltou a necessidade de se organizar o partido, de moldes a continuar a trabalhar na sua afirmação, enquanto instrumento responsável na promoção do desenvolvimento do país.

Assim, que no âmbito da organização do partido, a reunião vai versar essencialmente sobre a estrutura e composição do Secretariado Nacional do MADEM-G15; abordou os critérios da escolha ou indicação dos camaradas propostos para os respectivos cargos.

Ainda, o Coordenador Nacional do MADEM-G15 fez a questão de destacar que no tocante as estruturas ora propostos todo mundo terá espaço para poder contribuir, visto serem poucos para as grandes tarefas de fazer do MADEM-G15 cada vez mais partido.

Não faltaram referências a forma como foi constituído o Conselho Nacional do MADEM-G15 com 615 membros, que acabaram por ser útil, funcional e efectivamente responsáveis pela dinâmica de vitórias do MADEM-G15, pois que todos estes membros foram dinamizadores das estruturas ao nível de todo o país e contribuíram grandemente para os resultados alcançados nas eleições legislativas.

BÁ DI POVO assegura que o Movimento para Alternância Democrática-Grupo dos 15 enquanto líder da oposição, segundo os resultados eleitorais, vai fazer uma oposição responsável, privilegiando apenas a Guiné-Bissau.

Para terminar, BÁ DI POVO chama atenção pela necessidade de se observar rigorosa e absolutamente os postulados dos Estatutos do MADEM-G15, pois estes são a Bíblia e Alcorão dos dirigentes, responsáveis e militantes do MADEM-G15. Chamou ainda atenção sobre os cuidados a ter, no tocante às movimentações relativas às próximas eleições presidenciais. 

Contudo, diz acreditar na fidelidade dos militantes do Movimento para Alternância Democrática – Grupo dos 15, que saberão lidar com este problema que se levanta antes do tempo.

 Por seu turno o Secretário Nacional Abel Silva Gomes procedeu a apresentação da proposta de estrutura do Secretariado:

1.  Departamento da Organização, Implantação e Dinamização de estruturas;
2.  Departamento das Organizações Sociopolíticas e de Massas;
3.  Departamento de Relações Públicas, Assuntos Políticos e Institucionais e Porta-Voz do Secretariado Nacional;
4.  Departamento de formação de Quadros;
5.  Departamento das Relações Exteriores e Cooperação Internacional;
6.  Departamento da Administração, Finanças e Assuntos Económicos;
7.  Departamento da Comunicação e Imagem;
8.  Departamento de Assuntos Sociais, Culturais e de Organização de Eventos;

Depois da proposta ser amplamente debatida os membros do Conselho Nacional sugeriram, entre outros, a criação de novos departamentos, como sejam: um departamento que cuide do Poder Local; dos Combatentes da Liberdade da Pátria; do património de Partido.

Sobre o assunto e de forma eloquente o Líder e Coordenador do MADEM-G15 fez ver que “estamos perante grandes estruturas e que terão sob a sua dependência outras estruturas e que obviamente ocuparão de sectores específicos”, o que equivale dizer que as áreas que se pensa não existirem estão, sob dependências de departamentos referenciados.

Da sua parte, a titulo complementar, o Secretário Nacional deu alguns exemplos de enquadramento de algumas áreas que integram, como, apenas a título de exemplo, o poder local que se enquadra no Departamento de Relações Públicas, Assuntos Políticos e Institucionais.

Seguidamente o Secretário Nacional, procedeu a apresentação de propostas dos membros do Secretariado para os diferentes departamentos:

1.        Tomé Sanfa Sissé para o Departamento da Organização, Implantação e Dinamização de estruturas;
2.        Domênico Oliveira Sanca para o Departamento das Organizações Sociopolíticas e de Massas;
3.        Djibirilo Baldé para o Departamento de Relações Públicas, Assuntos Políticos e Institucionais e Porta- Voz;
4.        Rui Nené Djata para o Departamento de Formação de Quadros;
5.        Domênico Oliveira Sanca para o Departamento das Relações Exteriores e Cooperação Internacional;
6.        José Carlos Casimiro Varela para o Departamento da Administração, Finanças e Assuntos Económicos;
7.        Maria da Conceição da Silva Évora para o Departamento da Comunicação e Imagem;
8.        Nhima Sissé Responsável do Departamento de Assuntos Sociais, Culturais e de Organização de Eventos;
Decidiu-se ainda que, por despacho do Coordenador Nacional, vai ser instituída uma Comissão com a Missão de, no prazo de 30 dias, apresentar aos órgãos do partido a proposta do Regulamento de Funcionamento do Secretariado.

Vejam a Resolução Final da 5a Reunião Extraordinária da Comissão Politica Nacional:
         

segunda-feira, 1 de abril de 2019

PRS: OPOSIÇÃO INTERNA RENDIDA A CARISMA DE ALBERTO NAMBEIA

PRS ENVEREDOU-SE PELA PAZ E HARMONIA, DE CONFORMIDADE COM AS LINHAS MESTRAS DO PARTIDO.
ASSIM, DURANTE MAIS DE 48 HORAS:

AS PALAVRAS COMO CONFORMIDADE, AJUSTE OU CONCORDÂNCIA ENTRE PESSOAS QUE SE DESAFIAM OU LITIGAM FORAM AS MAIS OUVIDAS, PARA FINALMENTE SE CONVERGIREM NA: CONCÓRDIA, QUE FOI AMPLAMENTE DISCUTIDO E ACORDADO ENTRE OS 145 MEMBROS DA COMISSÃO POLITICA DO PRS.

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AQUILO QUE A PRINCIPIO PARECIA SER PONTO DE COLISÃO OU DE RUPTURA ACABOU POR SER OPORTUNIDADE DE CONCÓRDIA E DE COESÃO INTERNA DO PRS, QUE MAIS UMA VEZ PROVOU SER O PARTIDO MAIS DEMOCRÁTICO E MADURO.

VENCEU O BOM SENSO E ESPIRITO CRITICO, MAS CONSTRUTIVO.

FORAM HORAS DE CRITICAS E DE AUTO-CRITICAS EM BUSCA DO PONTO COMUM – CONCÓRDIA OU PAZ E HARMONIA.

Durante cerca de 3 dias os Renovadores se enveredaram pela via da tolerância, compreensão e tolerância. Tudo, em busca de grandes consensos nestas horas difíceis, em que ardilosamente o PAIGC roubou mandatops ao PRS e ao MADEM-G15.

De recordar que estes dois partidos guineenses, com maiores expressões na actualidade, reconheceram logo os resultados que ditaram a vitoria conturbada ou transformada do PAIGC. Isto em nome dos interesses superiores da Nação guineense, que tanto necessita de paz, harmonia e tolerância.

Foi doloroso, sim, para a direcção do PRS com forte indicadores de ter seus mandatos sido roubado na secretaria da CNE a favor do PAIGC, que orquestrou e montou todas as fraudes logo na fase do recenseamento.

Como o interesse e bem-estar do povo está acima de tudo este partido mais democrático da Guiné Bissau aceita os resultados para permitir ao vencedor apresentar seu Plano Governativo.

Acontece que dias depois, em menos de uma semana da divulgação dos resultados um grupo de dirigentes do PRS se insurgiu fortemente contra a actual direcção do PRS, pedindo sua demissão em bloco.

Contudo, porque a hora é de compreensão e tolerância a Direcção decide pela convocação da Comissão Politica, para analise colectiva do que foram as eleições legislativas, bem assim como se organizar para os próximos tempos, e como caminharem de braços dados com MADEM-G15, com vistas a organizar um espaço comum de exercício politico, na base do acordo de incidência parlamentar.

Os 145 Membros presentes na reunião decidiu agir em conformidade, elegendo a Paz e União para o real crescimento do Partido PRS.

As sessões foram marcadas por duras criticas contra aquilo que consideram ser pontos críticos e de estrangulamentos ao normal funcionamento e desenvolvimento das potencialidades e capacidades do PRS.

No final, Alberto Nambeia era um homem com CONFIANÇA REFORÇADA e com maiores responsabilidades de gerir e continuar as obras do Saudoso KOUMBA YALÁ, pois que os 145 dirigentes do PRS, no universo de 168 decidiram renovar a confiança na sua direcção, através de uma Moção de Confiança, votada pela unanimidade dos presentes.

Alberto Nambeia é a partir de hoje um Líder que tudo fará para que a família do PRS continue a ser um partido que se propõe renovar a sociedade, cultivando a unidade, a tolerância, Paz e igualdades de oportunidades, tudo na base da Liberdade, Transparência e Justiça.


sábado, 30 de março de 2019

A HISTÓRIA SE REPETE, A CRISE CONTINUA E A CULPA É NOSSA ou


A VELHA HISTÓRIA DE UM CAMINHO CONTAMINADO!

No rescaldo das eleições legislativas de 10 de Março de 2019, as preocupações da Guiné-Bissau estão voltadas para as relações antagônicas entre a Sua Excelência, o Sr. Presidente da República e o Presidente do PAIGC, Partido que elegeu o maior número de Deputados e que, em conformidade com o plasmado na nossa Constituição, deverá ser convidado pelo Chefe do Estado à indigitar uma figura das suas fileiras, que será empossado para chefiar o futuro Governo.

Ao que tudo indica, essa figura será precisamente o Presidente do PAIGC, Eng.º Domingos Simões Pereira, cujas divergências com o Presidente da República resultaram na profunda crise política e institucional que assolou o País nos últimos quatro anos.

Na sequência disso, questiona-se a pertinência do PAIGC indigitar o seu Presidente para o Cargo de Primeiro-ministro e ainda mais, a plausibilidade de ser empossado pelo Chefe do Estado, quando todos os indícios deixam antever mais um ciclo de confrontações, um prenúncio para a continuidade da crise institucional e a instabilidade política que ameaça a afirmação da nossa soberania.

Ao longo dos últimos quatro anos, fazendo jus a generalizada impunidade, resultante do precário funcionamento das Instituições do Estado, mormente do sector da Justiça, fortemente fustigado pela corrupção, o Presidente do PAIGC cometeu uma série de atropelos que lhe retiram toda a legitimidade de se apresentar como pretendente ao cargo de Primeiro-ministro, nomeadamente:

1.   Em sinal de protesto contra a sua exoneração do cargo de Primeiro-ministro, que é normal, de acordo com a nossa constituição, o Presidente do PAIGC mandou bloquear a Assembleia Nacional, durante três anos, com o objectivo de inviabilizar a legalização de qualquer Governo que não obedeça aos seus interesses pessoais;

2.   Enquanto Chefe do Governo, o Presidente do PAIGC ordenou a afectação de avultados recursos financeiros do erário público, supostamente destinados ao “resgate bancário” que na realidade nunca foi realizado e o dinheiro nunca foi devolvido aos cofres do Estado;

3.   Enquanto Chefe do Governo mais corrupto da nossa democracia, numa atitude inédita num Estado de Direito Democrático, o Presidente do PAIGC obstruiu a justiça, impedindo o Ministério Público de levar à varra da justiça os membros do seu Governo, acusados de corrupção activa e branqueamento de capital. Acto puramente ditatorial;

4.   O Presidente do PAIGC organiza uma Conferência de Imprensa à margem do Congresso do PAICV, em Cabo Verde, com o propósito de insultar publicamente o Presidente da República, acusando-o de ser traficante de drogas e rotulando a Guiné-Bissau  (o País que ele hoje pretende governar) de Paraíso de drogas. E sabemos muito bem, qual é a consequência da acusação do género, nos países onde a justiça é séria;

5.  Num gesto irresponsável e de manifesta arrogância, o Presidente do PAIGC bloqueou o País durante três anos, obstruindo a implementação do Acordo de Conacri, sob o falso pretexto de ter sido o Sr. Augusto Olivais o indicado neste acordo, para chefiar o Governo de Unidade Nacional que tinha como missão realizar as reformas nos sectores da justiça, da defesa e segurança, e da lei eleitoral;

6.   Durante todo o processo de implementação do Acordo de Lomé, o Presidente do PAIGC, num gesto de declarado desprezo e desrespeito, perante o elevado Estatuto Presidencial, levando em conta o nosso sistema político e jurisdicional, recusava categoricamente de participar nas reuniões de “concertação” com os Partidos políticos, convocadas pelo Presidente da República;

7.   O Presidente do PAIGC foi, sem sombra de dúvidas, o promotor da crise política que estagnou o País durante quatro anos, por ter criado, organizado e financiado todo um sistema desinformação e propaganda enganosa nas redes sociais e na imprensa escrita e radiofónica, especial, dedicados especialmente a insultar e denegrir a imagem do Presidente da República e dos demais Dirigentes políticos nacionais, que não partilham as suas convicções políticas;

8.   Com a sua forma agressiva e intolerante de estar na política, semeou a divisão, o ódio, a agressão verbal e a tortura moral e psicológica na sociedade, sobretudo nas relações políticas e institucionais;

9.   Constituiu e chefiou o Governo mais corrupto da história do nosso País, um Governo que arruinou os cofres do Estado, em prol do seu enriquecimento pessoal e da salvaguarda dos interesses do seu Partido e naturalmente da consolidação do seu Poder, como testemunha a opulência ostentada durante a campanha eleitoral, com fretamento de três aviões cargueiros destinados ao transporte de material para o efeito. Isto é, para se reeleger, continuar com a mesma arrogância, tanto na política quanto na economia, acima de tudo, quitar todas suas dívidas, tanto no país como no exterior;

10. Neste momento, enquanto o Presidente do PAIGC aguarda impassivelmente pela sua nomeação e consequente tomada de posse, falsamente demonstra uma postura de Estado, permitindo ao País respirar tranquilamente. Entretanto, assim que for empossado, voltará sem dúvidas a evidenciar o seu carácter intolerante e irresponsável, iniciando uma campanha de provocações, tendentes a pressionar o Presidente da República a indicar uma data para a realização de eleições presidenciais, conforme a sua conveniência pessoal.

E, conhecendo o carácter e a forma de estar na vida e na política do Presidente da República, estaremos perante mais uma espiral de confrontações institucionais e basicamente a continuidade da crise que assola o País nos últimos quatro anos.

Considerando todo este conjunto de pressupostos, o Presidente da República, Dr. José Mário Vaz, reúne todas as prerrogativas constitucionais, institucionais e pessoais (moral e ético), para pedir ao PAIGC para que se abstenha de indigitar o seu Presidente ao cargo de Primeiro-ministro, substituindo-o com uma figura com quem possa coabitar e evitar novos cataclismos que perigam os nossos esforços de edificação nacional.

Em outras palavras, reconhecendo incompatibilidades e a consequente impossibilidade de coabitação institucional com o actual Presidente do PAIGC, o Presidente da República reserva a si o direito de não o empossar no cargo de Primeiro-ministro, em nome da instabilidade sociopolítica, imprescindível àquela governação de excelência que o País reclama, com base na unidade nacional, na interacção e convergência de esforços de todas as instituições e forças vivas e disponíveis na sociedade.

Esta seria a atitude mais correcta para evitar os erros do passado e evitar cometer novos erros, tomando como exemplo a recusa de Nino Vieira de empossar Carlos Gomes Júnior, que o PAIGC correspondeu com a indigitação de Martinho N`Dafá Cabi, em nome da estabilidade política, da coabitação institucional e dos supremos interesses da Nação.

Neste momento, existe um consenso generalizado em torno desta questão e que é partilhado inclusive por altos Dirigentes do PAIGC, que entretanto preferem manter-se no anonimato. Portanto, um eventual empoçamento do Presidente do PAIGC pelo Presidente da República, seria o prelúdio para um novo ciclo de confrontações e pela continuidade da crise política/institucional. Neste caso, o Presidente da República seria o principal responsável pelos acontecimentos posteriores e pelas suas consequências.

É MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR!

Bem-haja, 
Patriota Liberal

  MADEM-G15 AO SABOR DO DESTINO! PORQUE SERÁ QUE AS FORÇAS DO MAL TEIMAM  EM  ATENTAR CONTRA A INTEGRIDADE DO MOVIMENTO PARA ALTERNANCIA DEM...