Sendo DSP, o responsável Nº1 de todas as crises no Partido e nos Governos
do PAIGC. Mais recentemente, é responsável pela divisão de Bancada Parlamentar
do PAIGC, além de ser o ú nico responsável pelo chumbo do programa do pseudo-Governo
de Carlos Correia.
Porque DSP é um especialista em manipulações, levou o Carlos Correia a assinar
um comunicado, no qual diz ser estranho o silêncio do Presidente da República,
perante a crise que assola o país nos últimos dias, lembrando que José Mário
Vaz é símbolo da unidade nacional e garante da paz e estabilidade.
O executivo refere ainda que o silêncio do Presidente da República prenuncia
uma atitude não só de cumplicidade, mas também de apoio à uma eventual e hipotética
tentativa de golpe institucional instrumentalizada pelos deputados alegadamente
expulsos do PAIGC e que, em consequência perderam os respectivos mandatos na
ANP.
Ora, o ditaduradoprogresso.blogspot.com achou primeiro enquadrar a Nota de
Imprensa da Presidência, para depois fazer comentários:

Este governo não tem garantias e nem segurança oferece, pois que nem para eles tem segurança! Então, criam segurança para quem?
E hoje tentam jogar as culpas sobre o Presidente da Republica, porque é JOMAV que derrubou o primeiro governo!!!!!!!
A verdade é que o primeiro governo do DSP é exonerado por culpa do próprio DSP, que é responsável nº1 de todas as crises no partido e nos governos do PAIGC.
Hoje o governo, devidas as máfias do DSP perde o controlo do parlamento, que já tem uma nova mesa.
Perde também o controlo das organizações sociais, que hoje já não consegue corromper, incluindo a Sociedade Civil de JORGE GOMES, pelo que cria nova organização submissa, o chamado Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados, fruto de maquinações do DSP.
O país e o governo não têm ministro de interior, cargo que segundo indicações do Presidente da Republica seria acumulado, transitoriamente, pelo próprio primeiro-ministro CARLOS CORREIA, que nunca chegou de submeter ao Presidente da Republica a proposta do governo com nome para o novo titular.
Em lugar de preocupar-se a governar e de criar instrumentos de governação eles enveredaram-se antes pela lógica de confrontação e de desafio permanente ao Presidente da República e aos deputados da nação, perseguindo 15 deles, que foram forçados a buscar alternativas, para quebrar a hegemonia do DSP no parlamento.
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